quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Reunião do Fórum Goiano de Educação Infantil - 18 de novembro de 2014

Aconteceu no dia 18 de novembro de 2014, no auditório da Faculdade de Educação da UFG, das 9 às 16 horas, a reunião Mensal do Fórum Goiano de Educação Infantil, coordenada pela Profa. Me. Telma Aparecida Teles Martins Silveira. Estiveram presentes representantes do Ministério Publico, dos Conselhos Municipais, Secretaria Municipal de Educação entre outras representatividades dos respectivos municípios:
Uruaçu; Jataí; Anápolis; Quirinópolis; Inhumas; Planaltina; Trindade; Jandaia; Senador Canedo; Bom Jardim de Goiás; Bonópolis;Santo Antonio da Barra,Vicentinópolis; Montividiu; Sanclerlândia; Santa Rita do Novo Destino   

Vejam as imagens da reunião.





terça-feira, 11 de novembro de 2014

Reunião do Fórum Goiano de Educação Infantil

O Fórum Goiano de Educação Infantil convida a todos para a reunião que acontecerá no dia 18 de novembro de 2014, no período das 9h às 16h, no Auditório da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. A reunião terá a seguinte pauta:

1.                 Informes;
2.                 Carta de Pirenópolis;
3.                 Encontro Nacional do Mieib;
4.                 CONAE - 2014


Convidamos a todos os interessados em discutir a infância e a Educação Infantil.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

III ENCONTRO DO FÓRUM GOIANO DE EDUCAÇÃO INFANTIL


A Coordenação do Fórum Goiano de Educação Infantil, tem o prazer de convidá-los para participar do III Encontro do Fórum Goiano de Educação Infantil a realizar–se nos dias 12, 13 e 14 de Outubro de 2014 em Pirenópolis –GO.
O Fórum Goiano de Educação Infantil anualmente realiza um encontro com conferências, palestras e mesas redondas com objetivo promover o diálogo e articular as ações dos municípios goianos. O III Encontro do Fórum Goiano de Educação Infantil é um evento de abrangência regional, que tem, como objetivo discutir os Planos Nacional e Municipais de Educação: rumos da educação infantil em Goiás.
Faça sua inscrição no site do NEPIEC: www.nepiec.com.br

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

PRORROGADO O PRAZO PARA AS INSCRIÇÕES NO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO INFANTIL ATÉ DIA 25/10/2014

A Coordenação do Curso Pós-Graduação Lato Sensu – Especialização em Educação Infantil, da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás comunica que as inscrições no curso foram prorrogadas.
Acesse o site do NEPIEC para conhecer o novo calendário. (www.nepiec.com.br)

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Curso de Especialização em Educação Infantil

A Coordenação do Curso Pós-Graduação Lato Sensu – Especialização em Educação Infantil, da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás comunica a abertura de inscrições ao processo seletivo do referido curso.
Período: 16 a 30 de setembro de 2014, de 2ª feira à 6ª feira, exceto feriados, no horário das 8h às 12h e das 14h às 21h, e aos sábados das 8h às 13h.
Local: Secretaria do Curso de Especialização em Educação Infantil, situada na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, Campus Colemar Natal e Silva (Campus I), Rua 235 (Rua Delenda Resende de Melo), s/n, sala 247, Setor Universitário, 74605-050, Goiânia, Goiás.
As inscrições poderão ser encaminhadas também via Correios/ SEDEX, destinadas ao endereço a seguir: caixa postal 24239, CEP: 74.690.970, Campus Samambaia, Goiânia – GO, A/C Ivone Garcia Barbosa.
Informações: (62) 3209-6318/ (62) 3209-6206/ 
e-mail: especiei.ufg@gmail.com

Acesse o Edital e a ficha de inscrição, também pelos sítios www.prppg.ufg.brwww.nepiec.com.br.

VIII Seminário do NEPIEC

Convidamos a todos para participar do VIII Seminário do NEPIEC, que acontecerá no dia 23 de setembro de 2014, na Faculdade de Educação/UFG, em Goiânia-GO, com a temática "Educação Infantil: pesquisas e perspectivas”
Vale carga horária!

Inscrições no site: www.nepiec.com.br

Local do evento: Auditório da Faculdade de Educação – UFG
Data: 23 de setembro de 2014
Informações: (62) 3209 6206
E-mail: nepiec.fe.ufg@gmail.com

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

IV Seminário de Grupos de Pesquisa sobre Crianças e Infâncias - GRUPECI

O Núcleo de Estudos e Pesquisa da Infância e sua Educação em Diferentes Contextos (NEPIEC) realizará nos dias 24 a 27 de setembro de 2014 o IV Seminário de Grupos de Pesquisa sobre Crianças e Infâncias, com a temática “Ética e diversidade na Pesquisa”, que acontecerá na Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás.
O Seminário de Grupos de Pesquisas sobre Crianças e Infâncias – GRUPECI – vem se consolidando nacionalmente como um evento científico que congrega pesquisadores, profissionais, estudantes e outras pessoas envolvidas na investigação sobre crianças e suas infâncias.

Maiores informações acesse o site do evento: www.grupeci.fe.ufg.br


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Reunião do Fórum Goiano de Educação

O Fórum Goiano de Educação Infantil convida a todos para a reunião que acontecerá no dia 23 de setembro de 2014, no período das 14h30min às 18h30min, no Auditório da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. A reunião terá a seguinte pauta:
  1.  O Plano Nacional de Educação;
  2.  Definições e encaminhamentos para a realização do Encontro Estadual do Fórum.
Convidamos a todos os interessados em discutir a infância e a Educação Infantil.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Convite - Teatro Infantil na América Latina

O Núcleo de Estudos e Pesquisas da Infância e sua Educação em Diferentes Contextos - NEPIEC, convida a todos para a palestra  “Teatro Infantil na América Latina - Teatro Infantil? Problemas de uma cena que segrega”, com o professor Dr. André Luiz Antunes Netto Carreira, da Universidade Estadual de Santa Catarina, que acontecerá no dia 05 de agosto de 2014, às 9 horas, na sala 245 da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás.

Contamos com a participação de todos!

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Os desafios e potencialidades do novo Plano Nacional de Educação (PNE), segundo a análise de Carlos Roberto Jamil Cury

A matéria “Do discurso para a execução”, apresentada na Revista Educação por Marina Kuzuyabu, expõe a entrevista realizada com o especialista em políticas educacionais Carlos Roberto Jamil Cury, em que aponta os principais desafios e potencialidades com a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE).

Leia a entrevista na íntegra! <http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/207/artigo316002-1.asp>


Do discurso para a execução

Especialista em políticas públicas educacionais, Carlos Roberto Jamil Cury destaca os desafios que se abrem com a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE) e as oportunidades de melhorias que ele traz consigo

Marina Kuzuyabu

Com três anos de atraso, o Congresso aprovou, em junho passado, a versão definitiva do Plano Nacional de Educação (PNE). São 20 metas que devem ser cumpridas pelo governo federal, estados e municípios nos próximos dez anos, contados a partir da sanção da lei pela presidente Dilma Rousseff. Nessa entrevista, Carlos Roberto Jamil Cury, especialista em políticas públicas educacionais, analisa os desafios do plano e seu potencial para mudar a educação brasileira. Cury é professor emérito da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e, entre outros cargos, ocupou ao longo de sua carreira a presidência do Conselho Nacional de Educação (CNE) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Em suas palavras, o PNE representa a oportunidade de ouro para avançarmos na quantidade e na qualidade da educação, especialmente porque desta vez foi incluída uma meta de financiamento – elemento fundamental que ficou de fora do primeiro PNE e inviabilizou sua implementação. Apesar dos avanços, a execução da lei depende de muitos fatores, entre eles da concretização de um Sistema Nacional de Educação que articule estados e municípios e o Distrito Federal em “favor das finalidades maiores da educação”.

Analisando de maneira geral, o que o governo, os partidos e os movimentos da sociedade civil demonstraram ao longo desses três anos de negociações em torno do PNE? Qual a sua análise sobre esse processo?

Durante o tempo de tramitação do projeto, houve inúmeras audiências públicas na Comissão de Educação da Câmara e mesmo do Senado. Foram convidadas organizações da sociedade civil, como o Todos pela Educação, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, associações profissionais e científicas, além de representantes governamentais, a exemplo do Ministério da Educação (MEC), o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Havia um razoável consenso quanto à maioria das metas e das estratégias. Os pontos de conflito foram: os 10% do PIB; se se adicionaria ou não o adjetivo ‘pública’ após o substantivo ‘educação’; se o enunciado seria só os professores ou os professores e as professoras e, finalmente, o modo de inclusão do enunciado no Plano do Custo-aluno-qualidade, que consta da Lei de Diretrizes e Bases (LDB). A delonga na aprovação do PNE também evidenciou a dificuldade de passar à ação e à efetividade a sempre proclamada (e adiada) prioridade da educação. Ficamos três anos sem metas oficiais para a educação.

O que o PNE recém-aprovado traz de novo em comparação com a proposta anterior? E qual o legado do primeiro PNE? 

A grande novidade é a assinalação de recursos para o devido investimento. Que sejam os 7% do PIB para o primeiro quinquênio, sejam os 10% na chegada do ano 2022 (bicentenário da Independência), desta vez não se poderá dizer que haverá veto ao financiamento. O importante é que o investimento seja feito com rigor, com racionalização e com destinação legal. O legado do primeiro PNE foi o de ter registrado metas a partir de uma radiografia consistente. As metas, no entanto, ficaram muito mais como referências do que algo a ser atingido. Mas o que ficou de negativo, no anterior, foi a consciência aguda de que sem financiamento não há plano porque as metas não se sustentam.

Quais são as perspectivas que se abriram com a promessa de que, em até dez anos, 10% do PIB, no mínimo, será aplicado na educação? 

É preciso notar que, no primeiro quinquênio, o investimento deverá chegar aos 7% do PIB. Já o de 10% é ao final do segundo quinquênio. Não se pense que é pouco dinheiro. Contudo, sem um controle civil destes recursos, como o exercido pelos Conselhos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), sem um controle dos órgãos existentes para tal, como os Tribunais de Contas, ou as metas não se atingem ou elas ficarão parcialmente comprometidas. Como o investimento é de grande porte, será possível ampliar significativamente o acesso a todas as etapas obrigatórias (de 4 a 17 anos) e se pensar nos flancos abertos da formação inicial dos docentes, na formação continuada, na melhoria salarial dentro de uma carreira e, então, na avaliação de desempenho. Em outros termos: é a oportunidade de ouro para avançar na quantidade e na qualidade.

Entre as metas do PNE estão a erradicação do analfabetismo e 25% de oferta de ensino integral. É possível cumprir metas ambiciosas como essas em uma década?

De fato são metas ambiciosas. Mas quem não sonha com catedral, não constrói igreja. Elas são urgentes e necessárias. É preciso, entrementes, que o regime de colaboração, agora à luz do Sistema Nacional de Educação – cujo perfil operatório é de fundamental importância –, entre em ação. Vale dizer, é preciso que os governos todos se empenhem, no regime federativo, em uma mesa de negociação para que a gestão não se disperse e nem os recursos se percam.

O governo federal conseguiu evitar que fossem retirados da base de cálculo os recursos aplicados em entidades filantrópicas e programas de expansão do ensino, como o Fies, e o ProUni. O relator do PNE disse que esses valores são insignificantes se comparados ao que será investido em educação pública. Você está de acordo?

Esses recursos, amanhã, poderão fazer falta. Trata-se de uma possibilidade. Ocorre que há um dispositivo constitucional, o artigo 213, que faculta essa possibilidade, reiterada na LDB. Por sua vez, o PNE é uma lei ordinária. Então o dispositivo está valendo. Será preciso regulamentar essa franquia, com as devidas condicionalidades, e, por outro lado, ampliar a face pública do Estado tanto na oferta da educação profissional quanto no ensino superior. O único programa que entendo fora deste cômputo, dentro do parâmetro legal, é o Fies. Trata-se de um contrato entre o indivíduo e um banco. E embora o banco possa ser estatal, o Fies depende de uma ação voluntária do sujeito em contratar tal financiamento.

O PNE não explicita qual deve ser o incremento financeiro que cabe à União e aos entes subnacionais para chegar aos 10% do PIB. Como então a sociedade poderá cobrar o cumprimento dessa meta?

Esse talvez seja o mais difícil dispositivo na forma de sua montagem e operação. Para tanto será preciso aprovar uma lei complementar, como previsto no parágrafo único do art. 23 da Constituição. Sem a aprovação desta lei complementar, o caminho será complicado e o Sistema Nacional de Educação não fechará. Para mim, é o artigo-chave dos recursos referidos ao PIB e o que possibilitaria a criação de um fundo de caráter nacional que, mediante uma radiografia minuciosa, seja redistribuído de forma a reduzir as disparidades regionais.

Qual seria a diferença entre esse fundo e o Fundeb?

O atual Fundeb é constituído por 27 fundos estaduais, sendo que em alguns estados há com­plementação da União. Um Fundo Nacional a ser dirigido pela União e assessorado por mesa interfederativa permitirá a redução de disparidades hoje existentes, seja nas transferências obrigatórias, seja nas voluntárias. Ou seja, um fundo nacional pode ser mais justo por ser equitativo.

Qual sua avaliação sobre a inclusão de metas para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa)? 

Não acho que indicadores de avaliações nacionais ou internacionais devam compor o Plano. Uma lei tem um sentido permanente e estas avaliações são mutáveis. Esses indicadores são termômetros de uma situação. Logo evidenciam coisas que não vão bem, mas tomá-los como referência principal pode ocultar outras coisas importantes. Certamente que tais avaliações hão de continuar. Mas elas devem cooperar com o Plano, porém de maneira auxiliar.

Não estão previstas medidas contra os gestores que descumprirem as metas. Isso coloca o PNE em risco?

Hoje já temos medidas suficientes previstas em vários dispositivos, é preciso aplicá-las. A meu ver, seria importante uma espécie de código que reunisse em um só lugar todos os dispositivos. Um ponto, geralmente esquecido, apesar de constante em lei, é a obrigatoriedade de ouvidorias para que o cidadão tenha um canal direto com os gestores. A reunião de tais normas em uma Lei de Responsabilidade Educacional poderá se explicitar, clarificar e até aperfeiçoar as mesmas normas